Unasul vai se reunir para analisar situação do Chile

Presidente do Equador, Rafael Correa, pediu força ao país que sofreu o quinto pior terremoto da história

Efe,

13 de março de 2010 | 06h56

O presidente equatoriano, Rafael Correa, que também é presidente pro tempore da União das Nações Sul-Americana (Unasul), anunciou na sexta-feira, 12, uma reunião do organismo para a terceira semana de abril, com o objetivo de analisar a situação no Chile, após o terremoto de 27 de fevereiro, que deixou mais de dois milhões de desabrigados.

 

Correa, que retornou ao Chile depois de assistir a posse do novo presidente chileno, Sebastián Piñera, e visitar a região de Concepción, uma das mais afetadas pelo terremoto, indicou que a Unasul irá avaliar a situação do país, especialmente em regiões da costa central e sul que foram atingidas por um sismo de magnitude 8,8 na escala Richter.

 

O presidente equatoriano declarou que, em comparação com a situação no Haiti, que foi vitima de um terremoto em janeiro, Correa diz que o Chile "tem se saído melhor, embora o tremor no país caribenho foi menos forte e mais devastador.

 

Correa destacou a importância das organizações de ajuda e do papel instituições como o exército chileno, tinha ajudado a minimizar os efeitos do terremoto, um dos cinco mais fortes da história da humanidade, como mencionado.

 

"A prova está acontecendo no Chile, com relativo sucesso, apesar de ser difícil no momento, isso serve como uma lição para todos os latino-americanos", diz Correa, lembrando que em Concepción, Santiago e em outras partes do país foram tomadas as medidas adequadas.

 

Ele também disse que outra "grande lição" da experiência vivida no Chile é "o orgulho e a dignidade do povo chileno".

 

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