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Uribe: chefe militar das Farc pode ficar livre se entregar reféns

'Se Mono Jojoy entregar reféns e abandonar guerrilha, não vai ter indulto nem anistia, mas pode ficar livre'

Efe,

14 de janeiro de 2009 | 03h11

O chefe militar das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), conhecido como "Mono Jojoy", pode ficar em liberdade se entregar os reféns da guerrilha e abandoná-la, disse nesta terça-feira, 13, em Washington o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe. "Se 'Mono Jojoy' entregar os reféns e abandonar a guerrilha, não vai ter indulto nem anistia, mas pode ter a liberdade", disse Uribe numa coletiva, após receber do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, uma condecoração por sua liderança contra o terrorismo. Uribe e os ex-primeiros-ministros do Reino Unido e da Austrália, Tony Blair e John Howard, respectivamente, receberam nesta terça-feira a chamada Medalha da Liberdade, a maior distinção civil concedida pelos Estados Unidos. Uribe repassou as conquistas e desafios de seu governo e enfatizou a luta contra a guerrilha e os esforços por manter a "confiança" em seu país. Como fez várias outras vezes, o presidente colombiano reiterou nesta terça-feira seu apelo para que "toda a guerrilha reflita" e não "continue a serviço dos herdeiros de (Manuel) Marulanda", o líder das Farc morto em março do ano passado. No entanto, nesta terça foi a primeira vez que Uribe se dirigiu especificamente, com nome e sobrenome, a Jorge Briceño Suárez, conhecido como "Mono Jojoy", chefe militar das Farc. Porém, suas palavras sobre a possibilidade de "Mono Jojoy" ficar algum dia livre contrastam com as quais pronunciou em 6 de novembro último, quando mandou que o novo comandante do Exército, general Óscar González, capturasse os maiores líderes das Farc.

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