Uribe pede que Interpol prenda o chanceler das Farc

Granda foi libertado em 2007 pelo presidente colombiano para incentivar acordo humanitário com a guerrilha

Efe,

15 de agosto de 2008 | 11h27

O presidente colombiano, Álvaro Uribe, pediu na quinta-feira, 14, à Interpol, a polícia internacional, para deter Rodrigo Granda, considerado o chanceler das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), informaram fontes oficiais. O presidente permitiu em 4 de junho de 2007 que Granda saísse da prisão após um pedido do chefe de Estado da França, Nicolas Sarkozy, no marco das gestões internacionais humanitárias para a busca da libertação de reféns das Farc. Segundo autoridades colombianas, o chanceler das Farc "se movimenta" pela Venezuela e países centro-americanos. Uribe pediu à Interpol que inclua Granda, cujo verdadeiro nome é Ricardo González, na lista dos mais procurados do mundo e retirou do chefe rebelde a condição de "gerente de paz" que tinha sido outorgada em julho do ano passado. A lista da Interpol é divulgada em 180 países, lembraram as autoridades.  O vice-presidente Francisco Santos disse em julho que o governo estava cansado de que Granda não fizesse nada para aproximar o governo dos guerrilheiros. Santos afirmou ainda que Uribe não se arrependia de libertá-lo.

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