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Veja os principais pontos do embargo dos EUA contra Cuba

Obama retirou restrições sobre viagens e remessas, mas ainda não levantou sanções comerciais de 4 décadas

Reuters,

13 de abril de 2009 | 18h20

O presidente americano Barack Obama aliviou nesta segunda-feira, 13, algumas restrições contra Cuba, permitindo viagens e remessas de dinheiro à ilha. Veja os principais fatos sobre o embargo:

 

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- A decisão de Obama anunciada nesta segunda abre uma nova perspectiva para o comércio bilateral, mas não levanta o embargo mantido pelo governo americano há mais de quatro décadas. Durante sua campanha presidencial, o democrata ressaltou que não retiraria as restrições sobre o comércio até que a ilha demonstra progresso democrático.

 

- A permissão de viagens será útil para que cubanos americanos viagem mais livremente e afetará mais de 1,5 milhão de americanos com famílias que vivem na ilha.

 

- Sob a lei atual, os cubanos que vivem nos EUA podem ir à ilha apenas uma vez por ano, e cada pessoa pode enviar no máximo US$ 1,2 mil anuais aos seus familiares.

 

- As medidas seguem uma longa história de sanções contra Cuba, iniciadas depois que o ex-presidente Fidel Castro chegou ao poder, em 1.º de janeiro de 1959.

 

- Em 29 de julho de 1960, os EUA suspenderam a importação de açúcar cubano depois que Fidel nacionalizou a refinaria Texaco, que se recusou a fornecer petróleo para a União Soviética.

 

- Em 19 de outubro de 1960, a administração Eisenhower impôs o embargo contra Cuba, abrindo exceção para alimentos e remédios.

 

- Em 3 de janeiro de 1961, os EUA romperam relações diplomáticas com Havana, e um ano depois, em 7 de fevereiro de 1962, a administração Kennedy anunciou embargo total contra a ilha. Todas as importações e exportações foram suspensas.

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