Vice-presidente da Colômbia deixa a UTI

O vice-presidente da Colômbia, Angelino Garzón, se recupera satisfatoriamente de uma intervenção cirúrgica no coração e já foi transferido da unidade de tratamento intensivo para um quarto, informou nesta quinta-feira a clínica onde está internado.

REUTERS

12 de agosto de 2010 | 15h15

Garzón sofreu na segunda-feira um infarto de miocárdio, dois dias depois que assumiu a Vice-Presidência do governo de Juan Manuel Santos, o que o obrigou a fazer uma operação de emergência.

"A Fundação Clínica Shaio informa que, passadas 48 horas consideradas cruciais depois de uma cirurgia do coração, o médico Angelino Garzón, vice-presidente da República da Colômbia, se recupera satisfatoriamente", disse um comunicado do centro médico.

"O doutor Garzón passou sua primeira noite em um quarto sem apresentar nenhuma anomalia em sua evolução médica até o momento. Por recomendação médica insistimos que ele tenha visitas restritas", detalhou o informe.

A Constituição da Colômbia estabelece que o vice-presidente tem a função de substituir o presidente em ausências temporárias ou permanentes.

Garzón, de 64 anos, é filho de uma humilde vendedora. Ele se destacou como dirigente sindical e depois se tornou ministro do Trabalho, governador do departamento de Valle e embaixador para as Nações Unidas.

Santos escolheu Garzón como seu vice. Depois do triunfo sobre o candidato do Partido Verde, Antanas Mockus, o presidente atribuiu-lhe funções na área social, para reduzir a pobreza e o desemprego no país, que tem 44 milhões de habitantes.

Garzón é formado em jornalismo e comunicação social, é casado e tem uma filha.

(Reportagem de Luis Jaime Acosta)

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