Vice-presidente da Colômbia deixa clínica após cirurgia

O vice-presidente da Colômbia, Angelino Garzón, recebeu alta no domingo, seis dias depois de uma operação no coração após um infarto de miocárdio, informou o centro médico onde esteve internado.

REUTERS

16 de agosto de 2010 | 08h45

Ele sofreu o infarto dois dias depois de assumir o cargo de vice-presidente do governo de Juan Manuel Santos, o que o levou a ser submetido a uma operação de emergência.

"O doutor Garzón se recupera bem depois da cirurgia de coração, na qual foram colocadas cinco pontes de safena, devido a uma doença coronária que apresentou há sete dias", disse em comunicado a clínica Shaio.

"O vice-presidente estará de recuperação em sua casa, em um processo de reabilitação cardíaca que pretende modificar sua dieta, desenvolver uma rotina de exercícios e seguir com medicamentos para uma satisfatória evolução da intervenção cirúrgica", detalhou o informe.

Os médicos revelaram que o vice-presidente permanecerá incapacitado por 31 dias e deverá ficar em um ambiente tranquilo.

A Presidência informou que Santos conversou por telefone com Garzón e lhe recomendou que ficasse de repouso durante o tempo necessário.

A Constituição da Colômbia estabelece que o vice-presidente tem a função de substituir o presidente em ausências temporárias e permanentes.

Garzón, de 64 anos, é filho de uma humilde vendedora, se destacou como dirigente sindical e se converteu depois em ministro do Trabalho, governador do departamento de Valle e embaixador para as Nações Unidas.

Santos passou a Garzón atribuições sociais no governo, para reduzir a pobreza e o desemprego.

(Reportagem de Luis Jaime Acosta)

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