Vulcão chileno reduz erupção mas autoridades seguem em alerta

A cadeia vulcânica Puyehue-Cordón Caulle, no Chile, cuja erupção e desprendimento de cinzas afetou o tráfego aéreo na América do Sul, reduziu sua atividade, permitindo que as autoridades diminuíssem o nível de alerta de vigilância na sexta-feira.

REUTERS

17 de junho de 2011 | 21h40

O estatal Serviço Nacional de Geologia e Mineração (Sernageomin) ajustou o nível de alerta de 6 para 5 pela erupção vulcânica que começou há duas semanas, mas esclareceu que permanece o alerta vermelho para a região.

A nuvem de cinzas vulcânicas expelidas pelo complexo vulcânico provocou o cancelamento de voos na Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai.

Também causou impacto ao turismo no sul chileno, além de gerar graves efeitos na vizinha Argentina no momento em que se aproxima a temporada de esqui. As cinzas provocaram ainda alertas no Uruguai e no sul do Brasil.

A cadeia vulcânica chilena é a segunda em nível mundial, depois da Indonésia. É formada por 2.000 vulcões, dos quais cerca de 500 têm potencial para entrar em atividade, enquanto outros 50 ou 60 já o fizeram.

(Por Fabián Andrés Cambero e Simon Gardner)

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