Vulcão no Chile leva centenas a fugir de suas casas

Governo decreta estado de alerta, mas diz que ainda não é preciso remover toda a população

Associated Press,

02 de janeiro de 2008 | 10h32

Centenas de moradores da região próxima a um vulcão no sul do Chile fugiram de suas casas e passaram a noite ao relento depois que a montanha passou a cuspir lava e cinzas, mas as autoridades afirmam que não será necessário, por enquanto, realizar uma remoção em massa da população.   A diretora do escritório de emergências do governo  chileno,  Carmen Fernandez, diz que o estado de alerta segue em vigor na região do vulcão Llaima, 650 km ao sul de Santiago, mas que as áreas povoadas ainda não foram afetadas.   Na terça-feira, 1º, autoridades retiraram 150 turistas e funcionários do Serviço Nacional de Florestas do Parque Nacional de Conguillo, onde fica o vulcão.   Carmen disse que 53 pessoas continuam isoladas no parque, e serão retiradas de helicóptero.   Centenas de moradores da cidade de Melipeuco, próxima ao vulcão, deixaram suas casas e passaram ao noite ao relento ou em dois abrigos abertos pelo governo, mas as autoridades insistem que ainda não é preciso proceder uma retirada em massa da população.   O Llaima é um dos mais ativos dos vulcões chilenos, e teve sua última erupção em maio. No entanto, não sofre uma grande explosão desde 1994.

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