Acusações sobre morte de Michael não saem este ano

Médico particular do cantor admitiu ter aplicado em Michael as substâncias que causaram sua morte

Efe,

01 de dezembro de 2009 | 03h26

As autoridades à frente da investigação sobre a morte de Michael Jackson descartaram a possibilidade de apresentar acusações este ano, disse nesta terça-feira, 1º, o jornal "Los Angeles Times" em sua edição digital. De acordo com o jornal, a complexidade e a abundância de evidências médicas postergarão "por meses" qualquer acusação formal.

 

Os agentes federais e locais iniciaram uma investigação por homicídio pouco depois da morte de Michael, em 25 de junho, devido a uma intoxicação aguda de anestésicos.

 

O ex-médico pessoal do artista Conrad Murray, que se transformou no centro das investigações policiais, cooperou com as autoridades e foi interrogado em várias ocasiões. Em seus testemunhos, Murray admitiu ter aplicado em Michael as substâncias que causaram sua morte, só disponíveis sob prescrição médica, mas negou que agisse incorretamente.

 

Os recibos encontrados em poder do médico provaram que ele tinha comprado os medicamentos no corpo do cantor em uma farmácia em Las Vegas.

 

Murray explicou às autoridades que o "rei do pop" tinha uma dependência de sedativos e que ele tinha tentado desintoxicá-lo.

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