Americanos do Sudeste Asiático votam na 'Superterça'

Na Tailândia, onde a Embaixada dos EUA calcula que moram até 30 mil norte-americanos, há centros de votação

BANGCOC

05 de fevereiro de 2008 | 11h55

Centenas de americanos que vivem em países do Sudeste Asiático exercem nesta terça-feira, 5, seu direito de votar nas primárias do Partido Democrata que envolvem os senadores Hillary Clinton e Barak Obama. Na Tailândia, onde a Embaixada dos EUA calcula que moram entre 20 mil e 30 mil norte-americanos, o Partido Democrata colocou centros de votação no Clube de Correspondentes Estrangeiros da Tailândia, em Bangcoc, e nas localidades de Chiang Mai (norte) e Khon Kaen (nordeste). Veja também: Obama amplia vantagem sobre Hillary na Califórnia Campanhas de Hillary e Obama tentam conquistar 'terreno rival' Mulher de Schwarzenegger apoia Obama Candidatos nos EUA investem pesado na TV Especial eleições americanas  Cobertura completa das eleições nos EUA   Em Bangcoc, os organizadores da votação esperavam que pelo menos 600 pessoas depositassem seus votos antes do encerramento do processo, às 9 horas de Brasília. Os democratas na capital tailandesa terão uma nova oportunidade no próximo sábado, no estabelecimento Road House Barbecue. Em Jacarta, os centros de recolhimento de cédulas serão abertos em hotéis e cafeterias, mas sempre resta a possibilidade de se votar através da internet. As mesmas facilidades têm os democratas nas Filipinas, onde está a maior comunidade americana de todo o Sudeste Asiático, com cerca de 150 mil cidadãos americanos. Para votar diretamente é necessário estar inscrito no Partido Democrata dos EUA como morador no exterior, e para fazer isto pela internet se deve ter recebido antes, por meio de solicitação, a cédula e um código, que deverá que ser digitado, junto com o endereço e a data de nascimento. Os democratas no exterior estarão nesta ocasião representados como mais um estado e terão 22 delegados na Convenção Nacional do partido que será realizada em agosto. Os norte-americanos vinculados ao Partido Republicano que moram no exterior atuam como independentes desde 2003, o que faz com que estejam inscritos em alguma circunscrição nos Estados Unidos e que possam votar apenas pelo correio convencional.

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