WBBH via AP
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Ataque em casa noturna da Flórida deixa ao menos dois mortos e 17 feridos

Disparos foram registrados no estacionamento do local; três pessoas foram levadas para interrogatórios

O Estado de S.Paulo

25 de julho de 2016 | 06h35

FORT MYERS, FLÓRIDA - Pelo menos duas pessoas morreram e 17 ficaram feridas após o registro de disparos na boate Club Blu em Fort Meyers, na Flórida, na madrugada desta segunda-feira, 25, informou a emissora CNN e uma rede de televisão local, citando a polícia.

Veículos de imprensa locais afirmaram que acontecia uma festa frequetada por adolescentes no local - "Swimsuit Glow Party" - no momento do ataque. Os dois falecidos são homens e, de acordo com fontes médicas entrevistas pela rede NBC, uma pessoa morreu no hospital quando era atendida pelos serviços de emergência.

Os disparos foram registrados no estacionamento do local por volta das 0h30 locais (1h30 em Brasília). A polícia encontrou "diversas vítimas de ferimentos a bala", informou em comunicado o Departamento de Polícia de Fort Myers. 

Três pessoas foram levadas para interrogatórios, informaram agentes. A região da boate foi considerada segura, segundo o capitão da Polícia local, Jim Mulligan em nota. Contudo, as ruas próximas ainda estão fechadas enquanto autoridades investigam o caso.

Quatro pessoas permanecem hospitalizadas com ferimentos graves, segundo a emissora local WINK-TV. Os nomes das vítimas ainda não foram divulgados.

Veja abaixo: Mortos em novo tiroteio na Flórida

Testemunhas disseram ter escutado até 30 disparos e que eles se produziram quando os presentes saíam do Club Blu. "Era um hospício com gente que buscava seus amigos para saber se estavam bem e houve muitas ligações de pais a seus filhos", escreveu um jovem em sua conta no Facebook.

Em um comunicado, oficiais disseram que a Polícia local está "examinando a área à procura de outras pessoas que possam estar involvidas no incidente".

A ação ocorre pouco mais de um mês após o ataque em uma casa noturna na cidade de Orlando, também na Flórida, frequentada pelo público LGBT, em que um atirador matou 49 pessoas no maior massacre da história dos Estados Unidos. / Associated Press, Reuters e EFE

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