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Barack Obama diz que é o candidato da mudança

Senador dá sinais de que não pretende deixar disputa e diz que Washington não é para quem tem "experiência"

Efe

06 de fevereiro de 2008 | 04h36

O senador do Partido Democrata por Illinois, Barack Obama, que venceu até agora em 13 estados nas eleições primárias da Superterça, disse nesta quarta-feira, 6, em Chicago que levará mudança a Washington. "Nossa hora chegou, este movimento é real e a mudança chega aos Estados Unidos", disse Obama.   Veja também:  Obama e Hillary fecham praticamente empatados  McCain dispara após vitórias na 'Superterça'  Internet vira arma na caça ao voto  Especial eleições americanas   Cobertura completa das eleições nos EUA       O senador afro-americano venceu em pelo menos na metade dos Estados em disputa nas primárias de seu partido para escolher o candidato à Presidência dos EUA.   O número de delegados que o senador receberá ainda é desconhecido, pois os democratas os distribuem de forma proporcional à porcentagem de votos recebidos nas primárias.   Em Chicago, Obama reiterou sua mensagem de conciliação nacional para superar as diferenças por raça ou sexo. "Nossas escolas decrépitas estão roubando o futuro das crianças negras e brancas", afirmou.   O senador disse ainda que Hillary Clinton, sua rival na luta pela candidatura americana, era uma amiga antes desta campanha e "continuará sendo quando ela terminar". No entanto, não poupou críticas à rival ao afirmar que as eleições devem ser sobre quem pode "mudar Washington", e não sobre quem tem "mais experiência em Washington".   Hillary alega que Obama tem pouca experiência na política nacional para ser presidente, enquanto o senador negro afirma que mudará a forma na qual funciona a política com um apelo à colaboração entre os partidos Democrata e Republicano.   Obama ainda provocou a ex-primeira-dama ao afirmar que a guerra no Iraque "nunca deveria ter sido aprovada ou acontecido".   Hillary votou a favor da autorização ao presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, para invadir o Iraque em março de 2003, enquanto Obama rejeitou o conflito.   O senador por Illinois prometeu ainda que se for eleito presidente reformará o sistema de saúde, aumentará o salário dos professores e investirá em energias alternativas.  

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