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Jonathan Drake/Reuters
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Em evento republicano, Trump mantém suspense sobre sua candidatura em 2024 e volta a atacar a China

Ex-presidente fez o seu primeiro discurso político em três meses durante convenção do partido Republicano na Carolina do Norte

Redação, O Estado de S.Paulo

06 de junho de 2021 | 16h07

Em seu primeiro discurso político em três meses, o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump voltou a criticar o atual, Joe Biden, e afirmou que a China devia uma "compensação" econômica de US$ 10 bilhões pela pandemia de covid-19. A fala aconteceu diante de uma convenção do partido Republicano na Carolina do Norte na noite de sábado, 5. O magnata, porém, manteve o suspense quanto a uma nova candidatura à presidência em 2024.

“Nosso movimento está longe de acabar. Ele, na verdade, acabou de começar. (...) Nosso país está sendo destruído diante de nossos próprios olhos”, disse o ex-presidente. “Não sou eu quem está tentando destruir a democracia. Sou eu quem está tentando salvá-la”.

Trump, cujos perfis em redes sociais como Facebook e Twitter seguem suspensas, continua a ser uma figura influente dentro do partido Republicano, participando frequentemente de reuniões com lideranças partidárias. Mas em contraste aos super comícios que enchiam arenas esportivas quando era presidente, Trump encarou uma plateia estimada em 1.200 pessoas, segundo os organizadores. Dezenas de milhares acompanharam o discurso pela internet.

Em sua longa fala, de mais de uma hora, o magnata voltou a atacar a China, acusando o país de ter provocado a pandemia de covid-19. “Chegou o momento de os Estados Unidos e do mundo exigirem compensações econômicas ao Partido Comunista da China”, apontou ele, que chegou a determinar a cifra de US$ 10 bilhões para compensar os danos.

O presidente Joe Biden havia afirmado no final de maio que pediu aos serviços de inteligência dos EUA “redobrarem os esforços” para investigar a origem do novo coronavírus, depois que as teorias em torno do surgimento do vírus em um laboratório em Wuhan começaram a crescer. Ele também pressiona o governo chinês a participar de uma investigação internacional “completa, transparente e baseada em provas” acerca da origem do vírus. / COM EFE E ASSOCIATED PRESS

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