AP Photo/Bebeto Matthews
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Ex-presidente americano Bill Clinton recebe alta após tratar infecção

Clinton saiu neste domingo de hospital onde estava internado desde terça-feira; democrata foi hospitalizado por quadro não relacionado ao coronavírus

Redação, O Estado de S.Paulo

17 de outubro de 2021 | 11h28
Atualizado 17 de outubro de 2021 | 13h11

Internado desde terça-feira, o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton recebeu alta neste domingo, 17, segundo Angel Ureña, seu porta-voz. Clinton tratava uma infecção sanguínea no Irvine Medical Center da Universidade da Califórnia. De acordo com o comunicado, o americano vai retornar para sua casa, em Nova York, para terminar o tratamento com antibióticos.

     

O departamento médico do hospital universitário informou que a febre que acometia o ex-presidente baixou e a contagem de leucócitos foi normalizada. "Foi uma honra tratá-lo e continuaremos a acompanhar seu progresso", escreveu o médico Alpesh N. Amin, diretor-executivo do hospital.

Na noite de sábado, 16, Ureña tinha avisado que Clinton havia feito bom progresso, mas deveria passar a noite no hospital recebendo antibióticos. “Ele está de ótimo humor e tem passado tempo com a família, conversando com amigos e assistindo futebol”, escreveu Ureña. “Ele é profundamente grato pelo excelente cuidado que continua a receber e aos que enviaram palavras gentis a ele e sua família. Ele está ansioso para voltar para casa.”

Clinton trata uma infecção no sangue, ou sepse. Os médicos envolvidos no tratamento afirmaram que o ex-presidente foi internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para ter privacidade, porém, não utilizou nenhum aparelho de respiração artificial. Ao The Washington Post, um auxiliar do ex-presidente contou que Clinton teve infecção urinária, e a condição evoluiu para a sepse. O ex-presidente não chegou a ter um choque séptico, um quadro médico mais grave. Seu estado de saúde não tem relação com o novo coronavírus.

 

Bill Clinton é natural do Arkansas e foi o 42º presidente dos Estados Unidos, entre 1993 e 2001. Depois de deixar a Casa Branca, enfrentou uma série de problemas de saúde. Em 2004, foi submetido a uma cirurgia quádrupla de ponte de safena. Um ano depois, voltou ao hospital para uma cirurgia de um pulmão parcialmente colapsado. Já em 2010, teve um par de stents implantados em uma artéria coronária./REUTERS, WP e AFP

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