Hillary Clinton diz que Obama servirá bem aos americanos

Para senadora, eleitores sabem que 'os Estados Unidos precisam de um presidente sério' como o democrata

Efe, Efe

04 de novembro de 2008 | 16h19

A senadora por Nova York e ex-adversária de Barack Obama nas primárias pelo Partido Democrata, Hillary Clinton, afirmou nesta terça-feira que o candidato de seu partido à Casa Branca "servirá bem" aos americanos.  Veja também:Galeria com imagens do dia de votação nos EUA  Obama vota acompanhado de Michelle em ChicagoHumoristas fazem votação Obamax McCain no Quênia Democratas organizam festa da vitória na EuropaEstadao.com.br na terra dos ObamasDiário de bordo da viagem ao Quênia Confira os números das pesquisas nos EstadosObama x McCain Entenda o processo eleitoral  Cobertura completa das eleições nos EUA Hillary, que votou na localidade nova-iorquina de Chappaqua, ressaltou seu apoio a Obama e disse que, na última etapa da campanha eleitoral, participou "de mais de 75 eventos e atividades em favor" de seu companheiro de partido. Além disso, em declarações à imprensa depois de votar, a esposa do ex-presidente americano Bill Clinton destacou que os eleitores sabem que "os Estados Unidos necessitam de um presidente sério", uma qualidade que reconheceu em Obama.  A senadora por Nova York foi ao colégio eleitoral de Chappaqua acompanhada de seu marido e, quando perguntada sobre como se sentia por não ter seu nome nas cédulas de voto, disse que para ela foi "uma honra" ter participado das primárias."Ter chegado tão perto é algo de que sempre me orgulharei",afirmou. As últimas enquetes desta terça-feira, segundo o site RealClearPolitics.com, dão a Obama a preferência de 52% dos eleitores, e 44,2% ao republicano John McCain. Ainda hoje, Obama e McCain continuam fazendo campanhas para conquistar mais eleitores. Em Nova York, reduto dos democratas, os eleitores comparecem aos 1.351 colégios eleitorais de seus cinco distritos, onde têm que enfrentar longas filas para votar. Alguns dos colégios abriram mais tarde que a hora prevista, porque faltavam máquinas para contabilizar os votos. A cidade de Nova York, com mais de 8,2 milhões de habitantes, tem 4,6 milhões de eleitores registrados, dos quais 724 mil são de origem hispânica, segundo dados divulgados pela Associação Nacional de Funcionários Latinos Eleitos e Nomeados (Naleo, por sua sigla em inglês). Em Nova Jersey também há longas filas nas sessões eleitorais. O democrata Jon Corzine, governador deste estado, "teve que esperar mais de uma hora e meia para poder votar", disse à Agência Efe um porta-voz do político.

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