Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90

Hillary critica Obama e McCain sobre a guerra no Iraque

Senadora apresenta propostas para o conflito no dia em que invasão ganha destaque na campanha presidencial

Reuters,

17 de março de 2008 | 13h25

A pré-candidata do Partido Democrata à Presidência dos EUA, Hillary Clinton, colocou a guerra do Iraque na linha de frente de sua campanha nesta segunda-feira, 17, atacando seu rival de legenda, Barack Obama, e o republicano John McCain a respeito da questão que tem dividido os norte-americanos.   Veja também: Seguidores de Obama e Hillary diminuem tom de campanha Confira a disputa em cada Estado Conheça a trajetória dos candidatos Cobertura completa das eleições nos EUA    Hillary, senadora pelo Estado de Nova York e ex-primeira-dama dos EUA, apresentou suas propostas para enfrentar o conflito, incluindo garantir que os soldados norte-americanos tenham tempo suficiente de descanso entre os períodos de permanência no Iraque, pressionar a Organização das Nações Unidas (ONU) para envolver-se mais e fazer com que aliados importantes contribuam para estabilizar a região.   "Trazer nossos soldados em segurança para casa será algo que apenas um presidente pronto para ser o comandante-em-chefe desde seu primeiro dia de mandato conseguirá fazer", afirmou a pré-candidata em discurso. "A retirada não representa uma derrota. A derrota seria manter os soldados no Iraque por cem anos."   Hillary, que pode se transformar na primeira mulher a ocupar a Presidência dos EUA, deu essas declarações enquanto McCain visitava o Iraque como parte de uma delegação de congressistas norte-americanos. A pré-candidata também acusou Obama, que pode se tornar o primeiro presidente negro do país, de passar a defender o final da guerra só depois de ter se envolvido na corrida presidencial.   "O senador Obama disse várias vezes que as palavras são importantes. Eu concordo em gênero, número e grau. Mas os discursos não acabarão com a guerra, e fazer promessas de campanha que talvez não possam ser cumpridas tampouco resolverá a questão", disse Hillary.

Tudo o que sabemos sobre:
Hillary Clintoneleições nos EUA

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.