REUTERS/ Leah Millis
REUTERS/ Leah Millis

Número de mortos em incêndios na Califórnia sobe para 79

Segundo a imprensa americana, número de desaparecidos chega a 1.276

Agências Internacionais

18 de novembro de 2018 | 12h49

O pior incêndio da história recente na Califórnia, nos Estados Unidos, que devastou 59,9 mil hectares, registra pelo menos 79 mortos e 1.276 pessoas desaparecidas, segundo a imprensa local. Os serviços de emergências recuperaram mais alguns corpos, o que aumentou o número de mortos no chamado "Camp Fire", na região norte, para 76. As outras três mortes aconteceram no "Woolsey Fire", que também atinge há mais de uma semana o sul do Estado. Segundo a previsão do tempo deste domingo, 18, até 100 milímetros de chuva são esperados entre o fim da terça-feira, 20 e a sexta-feira, 23.

Equipes de resgate devem continuar a busca pelos destroços queimados neste domingo, dependendo de exames de DNA para confirmar identidades.

Neste sábado, 17, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, visitou a região arrasada pelo incêndio que atinge desde a semana passada o norte da Califórnia, acompanhado pelo governador do estado, Jerry Brown.

Depois de criticar o governador, acusando-o de “má gestão florestal”, Trump se mostrou mais conciliador. Ele destacou a necessidade de trabalhar junto com Brown nas tarefas de reconstrução e de auxílio às vítimas enquanto percorria parte da área destruída pelas chamas no estado.

“Ninguém pensou o que poderia ocorrer. Temos que realizar trabalhos de manutenção. Trabalharemos com grupos ambientais”, indicou Trump a jornalistas que acompanhavam a visita.

O presidente também estava acompanhado pelo sucessor de Brown, o democrata Gavin Newsom, que assume o governo da Califórnia, e pela prefeita de Paradise, Jody Jones. A cidade, de 26 mil habitantes, foi totalmente destruída pelas chamas.

Trump seguiu para o sul da Califórnia para percorrer a região destruída por outro grande incêndio, o Woolsey Fire, perto de Los Angeles, onde três pessoas morreram.

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