McCain reafirma que não irá se reunir com Fidel e Raúl Castro

Acusando líderes cubanos de 'bloquear eleições', republicano diz que os pressionará para 'libertar' população

Efe,

17 de outubro de 2008 | 18h04

O candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, John McCain, reiterou nesta sexta-feira, 17, em Miami que não se reunirá "sem condições" com os irmãos Raúl e Fidel Castro até que os presos políticos em Cuba sejam libertados. McCain disse que não se reunirá com os líderes cubanos enquanto "mantiverem prisioneiros políticos", continuarem sufocando a imprensa e "bloqueando as eleições livres" em Cuba, ressaltou em um comício realizado na Universidade Internacional da Flórida (FIU), de Miami. Na reta final, Obama e McCain disputam Estados republicanos'Washington Post' apóia ObamaConfira os números das pesquisas nos Estados Obama x McCain Entenda o processo eleitoral  Cobertura completa das eleições nos EUA Nesse sentido, afirmou que, se for eleito presidente, seu governo pressionará Cuba para que "liberte os cubanos". "Aproxima-se o dia em que Cuba será livre", afirmou a um auditório composto por muitos partidários de origem hispânica. McCain se encontra de visita de novo na Flórida, considerado um Estado-chave para o candidato republicano nas eleições de 4 de novembro, Ao lado de sua esposa Cindy e do senador independente Joseph Lieberman, McCain defendeu sua intenção, caso seja eleito, de não dificultar a venda de produtos americanos no exterior e "eliminar mais postos de trabalho", como Obama propõe, segundo ele. Além disso, McCain afirmou que a receita do democrata Barack Obama de "subir os impostos e restringir o comércio" afundaria o país em uma depressão como a de 1929. Em um esforço para reverter as pesquisas neste estado, McCain tenta amparar sua base de eleitores e captar o apoio do influente exílio cubano do sul da Flórida, principalmente do condado de Miami-Dade.

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