McCain ultrapassa rivais e Hillary se consolida como favorita

Pesquisa mostra que McCain é o preferido de 34% dos republicanos e Hillary dos 49% dos democratas

EFE

12 de janeiro de 2008 | 14h09

O senador do estado americano do Arizona e veterano da Guerra do Vietnã, John McCain, assume a condição de favorito à candidatura presidencial do Partido Republicano, enquanto Hillary Clinton aumenta sua vantagem entre os democratas, segundo pesquisa divulgada pela rede de TV CNN.   Veja também: Hillary ataca Obama em debate na TV Obama e Huckabee saem na frente Para Obama, esperança jovens garantiu vitória Democratas Biden e Dodd desistem da disputa Patrícia: o príncipe e a desolação branca Cobertura completa das eleições nos EUA Conheça os pré-candidatos     McCain, de 71 anos, agora é o candidato preferido de 34% dos republicanos, ao passo que o ex-prefeito de Nova York Rudolph Giuliani, o favorito na última pesquisa, feita há um mês, caiu para o terceiro lugar, ficando com 18%, atrás do ex-governador de Arkansas Mike Huckabee, que aparece com 21%.   Ainda de acordo com os dados da "CNN", no último mês, McCain - vencedor das primárias republicanas de New Hampshire na terça-feira passada - subiu 21 pontos, Giuliani caiu seis e Huckabee, que ganhou as primárias de Iowa no último dia 3, perdeu apenas um.   A pesquisa foi feita com pouco mais de mil pessoas e tem margem de erro de cinco pontos. Já entre os democratas, Hillary, senadora pelo estado de Nova York, conta agora com o apoio de 49% dos eleitores desse partido, contra os 36% que preferem Barack Obama, senador por Illinois.   O ex-senador pela Carolina do Norte e candidato democrata à Vice-Presidência em 2004, John Edwards, aparece no terceiro lugar, com apenas 12% das preferências. Caso Hillary, vencedora das primárias democratas de New Hampshire, seja escolhida como candidata à presidência pelo partido, seria apoiada com "entusiasmo" por 45% dos democratas e com "satisfação" por outros 39%, números que caem para 38% nos dois casos quando o candidato é Obama.   Quando perguntados sobre a questão política que consideram mais importante na hora de decidir por um candidato, 35% dos entrevistados citaram a economia e 25% mencionaram a guerra no Iraque.

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