Pierre-Emmanuel DELETREE / POOL / AFP)
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Mike Pompeo viaja a Pyongyang para se reunir com Kim Jong-un

Secretário de Estado dos EUA planeja discutir o processo de desnuclearização do regime norte-coreano e preparar uma nova cúpula entre os líderes dos dois países

O Estado de S.Paulo

07 Outubro 2018 | 01h56

TÓQUIO - O secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, partiu neste domingo, 7, de Tóquio com destino a Pyongyang para se reunir com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, com o objetivo de avançar no diálogo para a desnuclearização do país.

O avião no qual viaja o chefe da diplomacia americana decolou da capital japonesa, onde Pompeo fez na véspera a primeira parada de sua viagem pela Ásia, segundo informou a agência local de notícias "Kyodo". Está previsto que Pompeo se reúna em Pyongyang com Kim Jong-un para discutir o processo de desnuclearização do regime e preparar uma nova cúpula entre o norte-coreano e o presidente Donald Trump.

Pompeo ressaltou durante sua viagem ao Japão a necessidade de que ambas as partes construam "a confiança suficiente" para avançar no processo, parado devido a divergências sobre como proceder para o desarmamento de Pyongyang e em relação às garantias de segurança que Washington lhe concederá em troca.

O secretário de Estado americano diz estar confiante de que sua quarta visita à capital norte-coreana permitará concretizar uma nova reunião entre Kim e Trump, depois do encontro histórico que ambos tiveram em junho passado em Singapura.

Depois de visitar a capital norte-coreana, Pompeo irá para Seul para se encontrar com o presidente Moon Jae-in e com a chanceler  Kang Kyung-wha, com quem tratará sobre os resultados da última cúpula entre as duas Coreias do mês passado e o estado do diálogo com Pyongyang.

O secretário de estado dos EUA termina sua viagem pela Ásia na segunda-feira, 8, na China, onde seus planos preliminares incluem encontros com seu colega chinês, Wang Yi, e o conselheiro de Estado, Yang Jiechi, em um momento de forte tensão nas relações bilaterais por causa da guerra comercial e de outras disputas. /EFE

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