Obama e Hillary trocam farpas antes de prévia

Acusada de mentir para ganhar votos, ex-primeira-dama chamou senador de inexperiente

AP

20 de abril de 2008 | 13h50

A dois dias das primárias da Pensilvânia, decisiva para as pretensões dos pré-candidatos democratas à casa Branca, Barack Obama e Hillary Clinton trocaram farpas sobre quem é o mais preparado para enfrentar o republicano John McCain nas eleições de novembro. Obama acusou a rival de dizer qualquer coisa para ganhar votos. A senadora por Nova York respondeu e pediu aos eleitores que pensem bem antes de escolher um candidato "sem substância".   Clinton precisa vencer a primária da próxima terça-feira por uma boa margem para convencer os superdelegados - parlamentares, governadores e membros do partido - que sua campanha tem força suficiente para ganhar a indicação e derrotar McCain. O Estado dividirá seus 158 delegados proporcionalmente conforme a votação obtida. Assim, dificilmente um resultado favorável a Hillary por uma pequena margem mudará o atual cenário. Segundo a contagem da Associated Press, Obama tem 1646 delegados, enquanto Obama tem 1.508. São necessários 2.025 para conquistar a nomeação, mas nenhum dos dois pode alcançar mais este número. Desta forma, os superdelegados que ainda não decidiram seus votos serão decisivos.   Nos últimos eventos de campanha, o senador de Illinois tem adotado um tom otimista. "Temos poucos dias antes de trazermos mudanças para a América", disse. Clinton respondeu com críticas a um anúncio de Obama que criticava seu plano de saúde. "Ao invés de atacar o problema, ele ataca minhas soluções", afirmou.

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