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Obama manda Exército planejar retirada do Iraque

No primeiro dia, presidente começa a desmontar legado de Bush, discutindo os próximos passos das guerras

Agências internacionais,

22 de janeiro de 2009 | 08h35

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse a líderes militares na quarta-feira, 21, que façam arranjos adicionais para a retirada das tropas norte-americanas do Iraque. Em seu primeiro dia na Presidência, o novo presidente se encontrou com conselheiros militares e de segurança nacional, para discutir os conflitos no Afeganistão e no Iraque.

 

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Retirar as tropas do Iraque foi uma das principais promessas de campanha de Obama. Antes do estouro da crise econômica, a guerra era a maior preocupação dos eleitores. "Durante a conversa, pedi à liderança militar que faça todos os planos adicionais necessários para fazer uma retirada responsável do Iraque", disse Obama em um comunicado divulgado após a reunião.

 

Obama disse que a reunião foi produtiva e que vai se consultar com líderes militares do Pentágono nos próximos dias e semanas, a fim de avançar na discussão. "Vamos fazer uma análise completa da situação no Afeganistão, para desenvolver uma política compreensiva para a região toda", disse.

 

Ele revelou que visitará nos próximos dias o Departamento de Defesa para consultas com chefes do Estado Maior, com quem desenvolverá "uma revisão completa da situação no Afeganistão" de modo a ter uma política exaustiva para toda a região. No encontro desta quarta-feira participaram, entre outros, ao secretário de Defesa, Robert Gates; o conselheiro de Segurança Nacional, James Jones; o chefe do Estado Maior, o almirante Mike Mullen, e o comandante do Comando Central, o general David Petraeus.

 

Em seu discurso de posse na terça-feira, Obama já tinha anunciado que durante seu mandato daria início a uma saída "responsável" do Iraque. A Casa Branca também congelou as medidas aprovadas no fim de seu mandato por George W. Bush.

 

Em seu primeiro dia de trabalho na Casa Branca, o presidente ainda decretou um congelamento nos salários dos funcionários públicos mais bem pagos; baixou regras mais duras para lobistas e determinou mais divulgação dos documentos do governo. "Durante este período de emergência econômica, as famílias apertam o cinto e Washington deveria fazer o mesmo. É por isso que estabeleço o congelamento do salário de meus principais assessores na Casa Branca", disse o novo presidente.

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