Reserva de petróleo deve reduzir preço da gasolina, diz Obama

Senador mostra plano energético com uso do estoque para diminuir preço de combustível no mercado interno

Associated Press e Ansa,

04 de agosto de 2008 | 11h45

O candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, defende que o país use suas reservas estratégicas de petróleo com o objetivo de ajudar a reduzir o preço dos combustíveis no mercado interno. Obama, que completou 47 anos nesta segunda-feira, 4, apresentou o programa energético para um possível futuro governo em Lansing, Michigan.   Veja também: Obama muda de idéia e pede pleno voto para Michigan e Flórida Obama x McCain  Conheça a trajetória dos candidatos Cobertura completa das eleições nos EUA    Os partidários ainda divulgaram um novo anúncio de televisão no qual atacam a política energética do candidato republicano à presidência dos EUA, John McCain. "Cada vez que você enche o tanque (do seu carro), enche os bolsos dos petroleiros, e agora os petroleiros enchem o caixa da campanha de McCain com U$ 2 milhões dos contribuintes", afirma o comercial que mostra o senador do Arizona ao lado do presidente George W. Bush.   A voz do narrador continua: "Depois de um presidente nas mãos dos petroleiros não podemos permitir um outro. O programa de Obama prevê o fornecimento de milhares de dólares de benefícios para as famílias americanas com o objetivo de combater a alta da gasolina. Um programa real e uma nova energia."   Obama apóia o uso de petróleo leve das reservas emergenciais de petróleo e sua substituição por tipos mais pesados de petróleo, que seriam mais adequados às necessidades de longo prazo do país, diz um documento da campanha do democrata. O refino do petróleo leve para conversão em gasolina é considerado mais fácil e barato do que o mesmo processo a partir do petróleo pesado.   Obama voltou a fazer campanha em Chicago com um discurso no qual destacou o preço elevado da gasolina, indicou a criação de cinco milhões novos postos de trabalho "verdes" e a eliminação da dependência do petróleo do Oriente Médio em dez anos.

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