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Rússia espera que Obama revise postura com Cuba

Chanceler tem esperança que presidente considere opinião da comunidade internacional para fim do bloqueio

Efe,

11 de novembro de 2008 | 15h07

O ministro de Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, expressou nesta terça-feira, 11, sua esperança de que a nova administração dos Estados Unidos revisará a postura para Cuba e considerará a opinião da comunidade internacional sobre a necessidade de interromper o bloqueio econômico à ilha caribenha. "Ouvi que o presidente eleito (dos EUA, Barack Obama) nomeou as relações com Cuba entre os assuntos cujo estado de coisas sua administração vai estudar", declarou o chefe da diplomacia russa ao final de suas conversas com o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Felipe Pérez Roque, citado pelas agências russas. Veja também:Fidel diz que Obama errará se persistir com bloqueio a CubaPrincipais desafios de Obama Nomes cotados para o gabinete de ObamaQuem são os eleitores de Obama   Trajetória de Obama  Cobertura completa das eleições nos EUA Lavrov afirmou que Moscou compreende que é uma decisão que os Estados Unidos devem tomar, mas acrescentou: "acreditamos que a voz da comunidade internacional, que novamente foi escutada nas Nações Unidas, seja, claro está, levada em consideração". A Rússia, acrescentou, já expressou sua posição em relação às sanções econômicas americanas contra Cuba ao votar por sua interrupção, junto com outros 184 países, na Assembléia Geral da ONU. "Cumprimentamos a ampliação da democratização e a maior atenção às tarefas de desenvolvimento nacional que observamos na América Latina", declarou Lavrov ao se referir em geral às relações de Moscou com os países latino-americanos. O ministro de Exteriores russo se congratulou pelo "papel da América Latina nos esforços por democratizar as relações internacionais no contexto da multipolaridade que objetivamente se estabelece no mundo". O chanceler cubano, que na segunda se reuniu com o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, será recebido nesta terça pelo presidente da Rússia, Dmitri Medvedev.

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