Zogby dá vantagem de dois pontos de Obama sobre McCain

Em sondagem realizada antes do debate, instituto afirma que democrata consolida liderança nas pesquisas

Reuters,

08 de outubro de 2008 | 07h57

O candidato democrata à Presidência dos EUA, Barack Obama, tem ligeira vantagem de 2 pontos percentuais sobre o republicano John McCain na apertada disputa pela Casa Branca, mostrou uma pesquisa Reuters/C-SPAN/Zogby divulgada nesta quarta-feira, 8. Obama tem 47% da preferência do eleitorado, contra 45% de McCain. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais. No levantamento de terça-feira, Obama tinha vantagem de 3 pontos. Quatro por cento dos eleitores disse estar indeciso.   Veja também: Obama reforça sua candidatura no 2º debate Pesquisas apontam Obama como vencedor do debate Como foi o debate no blog   Galeria de fotos do debate  Obama x McCain  Entenda o processo eleitoral   Cobertura completa das eleições nos EUA   A pesquisa diária sobre a corrida eleitoral norte-americana, que rastreará a opinião do eleitor até a eleição de 4 de novembro, mostrou liderança de Obama entre dois importantes grupos de eleitores. Ele tem 9 pontos de vantagem entre os independentes e está 7 pontos à frente de McCain entre as mulheres. "Essa disputa está equilibrada", disse o especialista em pesquisas John Zogby, acrescentando que nenhum dos candidatos conseguiu tirar vantagem integral do descontentamento do eleitorado com a direção do país. "Estamos vendo um eleitorado que está frustrado com Washington", disse ele.   Obama solidificou sua vantagem na maioria das pesquisas nacionais nas últimas semanas, num momento em que a crise em Wall Street concentrou a atenção dos eleitores na economia, área em que o senador por Illinois é considerado mais forte. A pesquisa Zogby foi realizada entre domingo e terça-feira, e os 1.220 prováveis eleitores que participaram do levantamento foram ouvidos antes de Obama e McCain duelarem sobre impostos e crise econômica no segundo dos três debates entre ambos antes da eleição.   O independente Ralph Nader e o libertário Bob Barr conseguiram, cada um, apoio de 1% entre as pessoas que participaram do levantamento.

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