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Al Qaeda estende ultimato no caso dos reféns austríacos

Uma organização associada à Al Qaedaque detêm dois turistas austríacos capturados na Tunísia,estendeu por uma semana, até a meia-noite de domingo, o prazopara que a Áustria cumpra as suas exigências, de acordo com umcomunicado publicado na internet nesta segunda-feira. O governo austríaco havia dito no domingo que o prazo haviasido estendido por um período não determinado. O Instituto Site, serviço de acompanhamento do terrorismobaseado nos Estados Unidos, assinalou que o grupo Al Qaeda naregião do Maghreb (norte da África) postou a nota em fórunsrelacionados a extremistas islâmicos. O grupo anunciou que a prorrogação do prazo é "aoportunidade final para que os mujahideen (combatentesislâmicos) sejam absolvidos da responsabilidade perante asfamílias dos dois reféns e perante o povo austríaco, e para darao Estado austríaco, o tempo adequado para responder àsexigências". O comunicado alertava para o fato de que qualquer tentativamilitar para libertar os dois reféns levaria à "execuçãoimediata" deles. Os cativos, Andrea Kloiber, de 43 anos, e Wolfgang Ebner,de 51, desapareceram durante suas férias na Tunísia, no mêspassado, e a Al Qaeda da Argélia anunciou que os capturou nodia 22 de fevereiro. Fontes da segurança argelina haviam dito que a Áustriatinha aceitado o princípio do pagamento de um resgate e asdiscussões estavam focadas em uma quantia de 6,7 milhões dedólares. Segundo as fontes, a Al Qaeda parou de exigir alibertação de 10 militantes detidos na Argélia e na Tunísia.Entretanto, a mensagem desta segunda-feira dizia "Queremos alibertação de nossos irmãos sequestrados tanto quanto vocêsquerem a libertação de seus cidadãos", de acordo com o site. Os reféns austríacos estariam sendo mantidos no norte deMáli. (Reportagem de Randall Mikkelsen)

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