Alemanha testa empresa de comida; mortes por E.coli vão a 30

Autoridades alemãs que buscam a origem do surto de E.coli disseram que estão investigando um fornecedor que serviu algumas das vítimas. Nesta quinta-feira, o número de mortos pela doença aumentou para 30.

BRIAN ROHAN, REUTERS

09 de junho de 2011 | 18h46

A chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou que as autoridades estão colocando esforço "máximo" para resolver o surto, em uma tentativa de minimizar as crescentes críticas domésticas e internacionais sobre a maneira que o governo lida com a situação.

O surto contaminou mais de 2.900 mil pessoas em 12 países. Todos os casos foram rastreados desde Hamburgo, no norte da Alemanha.

Autoridades da região de Kassel, no centro do país, disseram que estão investigando uma empresa que entregou comida para uma festa de aniversário próxima à cidade de Goettigen, no dia 28 de maio. Na ocasião, pelo menos oito pessoas ficaram doentes.

Os exames de ao menos duas das pessoas doentes apontaram resultado positivo para E.coli e um para a complicação mais perigosa, chamada síndrome hemolítica urêmica (HUS, da sigla em inglês), de acordo com autoridades.

"Agora, os testes estão sendo feitos ... Evidentemente, a empresa ficou chocada, mas eles estão cooperando conosco de maneira muito positiva", disse Markus Schimmelpfennig, vice-diretor da secretaria de saúde da região de Kassel.

Autoridades de Frankfurt disseram nesta quinta-feira que um homem que viajou para Hamburgo no final de maio morreu em um hospital da cidade, aumentando o número de vítimas fatais para 30.

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