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Belga encontra quarenta parentes vivos de Hitler

Durante 10 anos de pesquisa, o funcionário público descobriu parentes de Hitler morando nos EUA

13 de setembro de 2009 | 17h57

Um funcionário público belga de 51 anos chamado Marc Vermeeren descobriu que existem no mundo 40 pessoas vivas que são parentes do ditador nazista Adolf Hitler, segundo matéria publicada no site do jornal argentino Clarín neste domingo, 13.

 

Para restabelecer o laço familiar e comprovar o parentesco de todas essas pessoas de forma científica, Vermeeren, que realizou pesquisas na Alemanha, Áustria e Estados Unidos, diz que foi feita análise de DNA de todas elas.

 

Segundo a matéria do Clarín, o belga afirma ter encontrado três bisnetos do pai de Hitler nos Estados Unidos utilizando o sobrenome falso Stuart-Houston. Eles são descendentes de uma parte da família Hitler que deixou a Alemanha fugindo do nazismo. Um deles chegou a ser policial em Nova York. Esta parte da família Hitler decidiu não ter filhos "para acabar com a saga".

 

E o belga adotou métodos bastante curiosos para obter provas, como pegar um copo em um restaurante de Nova York que uma pessoa supostamente da família Hitler utilizou, para, depois, pegar uma amostra da sua saliva, relata a matéria do jornal argentino.

 

Durante os dez anos de pesquisa, Vermeeren identificou a maioria dessas pessoas na região da Baixa Áustria, local de origem do ditador nazista, porém nenhuma delas manteve o sobrenome Hitler. Algumas delas adotaram o sobrenome Hüttler, e outros preferiram trocar por Schmidt ou Komppensteiner.

 

Durante todo o trabalho de pesquisa, Vermeeren leu cerca de 500 biografias de Hitler - ele mesmo publicou duas e planeja escrever mais três -, e recebeu a ajuda do jornalista Jean-Paul Mulders, do jornal belga "Het Laatste Nieuws" y e da revista "Knack".

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