Mohamed Aly/ Reuters
Mohamed Aly/ Reuters

Berlim confirma morte de duas turistas alemãs esfaqueadas em praia do Egito

Autoridades egípcias suspeitam de tentativa de roubo, mas não descartam atentado terrorista

O Estado de S.Paulo

15 Julho 2017 | 06h48
Atualizado 15 Julho 2017 | 11h31

O Ministério das Relações Exteriores da Alemanha confirmou neste sábado, 15, a morte de duas alemãs no Egito que foram apunhaladas nesta sexta-feira, 14, no balneário de Hurgada, na costa do Mar Vermelho, em um ataque aparentemente ocorrido contra turistas estrangeiros. Outras duas alemãs ficaram feridas, completou o ministério.

O atacante acessou a praia privada do hotel onde ocorreram os fatos nadando a partir de uma praia pública próxima, segundo fontes oficiais egípcias. O agressor teria ferido as vítimas com golpes no rosto, pescoço e pés. 

Neste sábado, oficiais de segurança identificaram o rapaz apenas pelo seu primeiro nome, Abdel-Rahman, e afirmaram que ele é formado em Negócios e natural da província de Kafr el-Sheikh, situada na região do Delta do Nilo, ao norte do Cairo.

Com a ajuda de trabalhadores e segurança locais, a polícia deteve o agressor ainda na sexta e acredita que o motivo mais provável do crime seja roubo, ainda que não descarte a hipótese de um atentado terrorista, de acordo com o Ministério do Interior do Egito. As autoridades locais requisitaram as imagens das câmeras de segurança e continuam interrogando o agressor.

"Condenamos da maneira mais drástica este ataque covarde e vil, aparentemente dirigido contra turistas que queriam aproveitar alguns dias tranquilos à beira-mar", disse um porta-voz do ministério alemão.

"Expressamos as nossas condolências aos familiares das vítimas e esperamos que as duas pessoas feridas se recuperem prontamente", acrescentou.

As duas mulheres mortas, segundo um amigo citado pelo jornal Frankfurter Allgemeine na sua edição digital, moravam no balneário.

Inicialmente houve uma confusão sobre a nacionalidade das vítimas. Enquanto algumas fontes as consideravam ucranianas, outras lhes atribuíam a nacionalidade correta. /EFE

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