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Berlusconi rejeita formar governo interino e pede eleições já

Silvio Berlusconi, líder da oposição naItália, afirmou na segunda-feira que não daria apoio à formaçãode um governo interino para reformar as leis eleitorais dopaís, declaração essa que torna inevitável a convocação deeleições antecipadas. "Esperamos -- e isso acontecerá, segundo creio -- que,depois dessas consultas, o chefe de Estado convoqueimediatamente novas eleições porque o país precisa ter, deforma rápida, um governo eficiente a fim de resolver seusgraves problemas," disse. Berlusconi, que foi primeiro-ministro italiano por duasvezes, e seu principal aliado do bloco conservador, GianfrancoFini, reuniram-se com o presidente do Senado do país, FrancoMarini, na segunda-feira, completando a fase final do processode negociações iniciado com vistas a formar um governo decoalizão. Se bem-sucedido em seus esforços, o presidente da Itália,Giorgio Napolitano, que convocou aquele processo, colocariaMarini à frente do governo interino responsável pelas reformas. Mas a centro-direita, que tenta regressar ao poder após opremiê Romano Prodi, de centro-esquerda, ter renunciado no dia24 de janeiro, rejeitou aquela proposta e disse que as reformaspoderiam ser realizadas mais tarde. O pleito deve acontecer jáem abril. Walter Veltroni, o sucessor de Prodi no comando dacentro-esquerda, parecia pessimista a respeito das chances desucesso de Marini, 74, um católico da centro-esquerda que contacom amplo apoio. Veltroni enfrentaria Berlusconi nas eleições. "Acho que isso, antecipar as eleições com uma lei falha,pode se transformar em uma oportunidade desperdiçada para apolítica italiana", disse Veltroni após reunir-se com Marini,que deve reportar-se a Napolitano ainda nesta semana.

STE, REUTERS

04 de fevereiro de 2008 | 14h14

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