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Brics pedem diálogo na Síria e enfatizam papel da ONU

Países alertaram contra a intervenção estrangeira no país sem um mandato da ONU

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25 de novembro de 2011 | 07h26

MOSCOU - Rússia, China, Brasil e outros parceiros do grupo dos Brics, formado por economias emergentes, pediram à Síria que inicie conversações com a oposição e alertaram contra a intervenção estrangeira no país sem um mandato da ONU, disse o governo russo, antes do término nesta sexta-feira, 25, do prazo dado pela Liga Árabe para o diálogo.

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Num comunicado depois de consultas na quinta-feira, em Moscou, o comunicado das cinco nações dos Brics não menciona a ameaça da Liga Árabe de introduzir sanções à Síria por causa da repressão aos protestos. caso país não aceitasse um acordo para permitir a entrada de observadores internacionais.

O encontro em Moscou reuniu vice-chanceleres da Rússia e China - países que no mês passado vetaram uma resolução do Conselho de Segurança da ONU de condenação à Síria -, bem como representantes do Brasil, Índia e África do Sul, que se abstiveram na votação da ONU.

Os Brics enfatizaram que "o único cenário aceitável para resolver a crise interna na Síria é o início imediato de conversações de paz com a participação de todos os lados, como diz a iniciativa da Liga Árabe", segundo o comunicado do Ministério de Relações Exteriores da Rússia.

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