Carla Bruni diz que adora Sarkozy por seus 'seis cérebros'

Primeira-dama francesa afirma em obra que foi seduzida por 'físico, encantamento e inteligência' do presidente

Efe e Reuters,

04 de junho de 2008 | 11h13

A primeira-dama da França, Carla Bruni, fala da paixão que sente pelo marido, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, assim como sua "inimaginável" capacidade de trabalho, em La Véritable Histoire de Carla et Nicolas (A verdadeira história de Carla e Nicolas, em tradução livre), livro que começará a ser vendido na quinta-feira, 5, na França. Na obra, Bruni  conta como se apaixonou perdidamente pelo presidente, graças não apenas a seu físico, mas também a seus "cinco ou seis cérebros".   Segundo trechos do livro publicados nesta quarta pelo jornal Le Parisien e pelo Le Point, a cantora - que deve lançar este ano seu próximo álbum - prevê que, quando Sarkozy deixar a política, "vão se aborrecer". No livro, escrito por Valérie Benaïm e Yves Azéroual, a ex-modelo internacional, que se casou com Sarkozy em 2 de fevereiro, confirma também que não pensa em abandonar sua carreira musical, mas sim os palcos, durante este período presidencial.   "Em seguida, compreendi que era um 'blind date' (encontro às cegas)", disse Carla Bruni, ao lembrar que os dois únicos solteiros da noite eram ela e Sarkozy, que tinha acabado de se divorciar. A flechada "foi imediata. Não esperava alguém tão divertido, tão vivo. Seu físico, seu encantamento, sua inteligência me seduziram", afirma Bruni em um fragmento do livro reproduzido pelas publicações.   "Ele possui cinco ou seis cérebros que são notavelmente irrigados", disse a ex-supermodelo, acrescentando que Sarkozy consegue processar o que dizem as pessoas à sua volta ao mesmo tempo em que está lendo, não importa o adiantado da hora.   Bruni também afirma que tinha previsto lançar no mercado seu terceiro álbum no final de 2007. Não há "nada de subversivo" nas músicas do novo álbum, só conta "pequenas histórias que são as mesmas que as suas", previne a artista. As canções podem ter sido escritas antes do fulminante encontro, no dia 13 de novembro de 2007, com Sarkozy, em um jantar à qual tinha sido convidada, junto com dois casais, por Jacques Seguelá.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.