Carla Bruni lamenta não estar grávida de Sarkozy

Primeira-dama francesa promete ser mais engajada socialmente após finalizar trabalhos do terceiro álbum

Entrevista com

Efe,

09 de julho de 2008 | 12h24

A primeira-dama da França, Carla Bruni, afirmou à revista VSD que "infelizmente" não está grávida, mas "adoraria estar", em entrevista na qual também se declara de esquerda e diz estar acostumada às mudanças em sua vida.   Veja também:   Primeira-dama francesa lança novo álbum na Web Ouça canção 'Quelqu'un m'a dit', de Carla Bruni, no YouTube    "Eu mesma me pergunto se minha barriga cresceu, porque todo mundo me faz essa pergunta", diz a cantora de 40 anos, em entrevista concedida como parte da promoção de seu terceiro álbum, Comme se de rien n'était (Como se nada), que sairá à venda nesta sexta-feira, 11.   É difícil responder à pergunta sobre se ela e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, terão um filho, diz a cantora, que lembra que é mais complicado ficar grávida "aos 40 anos do que aos 25".   A cantora e ex-modelo, que já tem um filho, do filósofo Raphaël Enthoven, de quem se separou em 2005, afirma que tem uma "grande capacidade de adaptação". "Mudei de vida muitas vezes" diz a ex-modelo, nascida em Turim em 1967.   "No caso de meu casamento com Nicolas (Sarkozy), era um desejo. Quando saí da Itália, foi mais um desgarro", lembrando que aos 6 anos foi com a família para a França, o que significou mudar de idioma, de amigos e de casa. Nesse momento, chegou a considerar a mudança como algo habitual, disse Carla, que aparece nas fotos de sandálias, calça jeans e camiseta branca.   Primeira-dama da França desde seu casamento com o presidente Nicolas Sarkozy, em 2 de fevereiro, Bruni se revelou um alicerce da popularidade do marido, que não passa pelo melhor momento. Carla considera sua nova função uma "aprendizagem" e uma "novidade", que é mais simples de assumir se for vista "através do prisma do amor".   Em sua posição, a ex-modelo ressalta que tem a oportunidade de ajudar os outros, e se compromete a dedicar mais tempo a essa tarefa e não pensar só nela mesma, no filho e na arte. "Não quero perder estes anos", diz, e pede que as pessoas continuem enviando pedidos, que atenderá todas, mesmo que demore.   A cantora se desculpa dizendo que seu terceiro disco, projeto no qual tinha se envolvido antes do casamento com Sarkozy, lhe tomou muito tempo. A partir de agora, quer "atuar contra a pobreza, contra a ignorância e contra a exclusão", e "ajudar as crianças e as mulheres". Casada com um político conservador que chegou a ser tachado de autoritário, Carla, próxima à esquerda burguesa, é taxativa ao afirmar que mantém as mesmas inclinações políticas que antes.   Sobre os vícios, a ex-modelo diz que só é dependente do cigarro e nega que a letra que escreveu para a música Tu es ma came (Você é minha droga) seja dedicada aos entorpecentes, como foi especulado, já que se declara inimiga de "todas as drogas".

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