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Chanceler acusa imprensa de pagar prostituta contra Berlusconi

Revista divulgou gravação de Patrizia admitindo relações sexuais com premiê italiano; publicação é 'imoral'

Efe,

23 de julho de 2009 | 17h17

O ministro de Exteriores italiano, Franco Frattini, afirmou nesta quinta-feira, 23, que alguns jornalistas pagaram à prostituta de luxo Patrizia D'Addario para dar "declarações públicas contra" o primeiro-ministro, Silvio Berlusconi. Frattini assegurou que as informações de conteúdo sexual divulgadas pela revista L'Espresso desta semana são "absolutamente" falsas.

 

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A publicação mostrou três séries de gravações feitas por D'Addario de seus encontros com Berlusconi, sendo que em um deles afirma ter tido relações sexuais com ele. Frattini assegurou que a publicação destes documentos é "imoral". Na gravação também é possível escutar a voz de Giampaolo Tarantini, empresário do sul da Itália que, segundo a imprensa, arranjava as mulheres para as festas do premiê.

 

O advogado de Berlusconi, Niccolo Ghedini, ameaçou processar as publicações que divulgaram este conteúdo. As conversas se passam durante a estadia de D'Addario em algumas festas oferecidas por Berlusconi nas suas residências de Palazzo Grazioli, em Roma, e Villa Certosa, na Sardenha.

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