Chanceler turco não descarta FMI e pode antecipar eleições

O primeiro-ministro truco Tayyip Erdogan disse neste sábado que não descarta totalmente a adoção de uma reforma fiscal apoiada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para controlar o gasto público.

REUTERS

25 de setembro de 2010 | 10h14

Erdogan, no entanto, disse numa entrevista coletiva que reformas por enquanto estão sendo postergadas, já que agora elas poderiam criar empecilhos para novos investimentos.

O primeiro-ministro também disse que a lira, a moeda turca, vai continuar sob o regime de câmbio flutuante. Uma mudança para o câmbio fixo iria desestabilizar a economia. Segundo ele, o valor atual da lira está "bastante satisfatório".

O chanceler disse ainda que o governo considera adiantar em um mês as eleições parlamentares do ano que vem.

"Queremos adiantar a eleição em um mês, para que aconteçam antes das férias escolares", disse.

(Reportagem de Asli Kandemir)

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