Chefe da Otan pede reforços militares dos membros do grupo

Secretário-geral evitou falar de prazos para o fim da missão militar no Afeganistão e para a retirada de tropas

Efe,

26 Novembro 2009 | 14h54

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Anders Fogh Rasmussen, pediu nesta quinta-feira, 26, a todos os membros da aliança que elevem sua contribuição militar no Afeganistão e evitou dar datas sobre o possível final da missão.

 

"Quero pedir a todos que façam sua contribuição para que o Afeganistão tenha o mais rápido possível um Exército e forças de segurança próprias e para que possamos passar para os afegãos a responsabilidade sobre seu país", disse Rasmussen, em uma entrevista coletiva realizada em Berlim junto com a chanceler alemã, Angela Merkel.

 

Rasmussen antecipou que, na semana que vem, o presidente dos EUA, Barack Obama, anunciará o reforço das tropas americanas no país, mas evitou falar de números. Também não falou sobre os números que a Otan espera que seus membros forneçam.

 

O secretário-geral evitou, além disso, fazer previsões sobre qual pode ser a data para a retirada do Afeganistão e, em alusão a informações da Casa Branca, segundo as quais Obama determinou 2017 como prazo limite, Rasmussen disse não estar "em condições de prever quando será". "A missão terminará quando os afegãos estiverem em condições de controlar sua própria segurança e governar seu país", acrescentou.

 

A chanceler alemã, por sua parte, afirmou que seu governo não se comprometerá a elevar seu número de soldados até a conferência internacional sobre o Afeganistão, prevista,segundo ela, para 28 de janeiro em Londres.

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