Criminalistas consideram perigosos os alemães convertidos ao Islã

Estudo contabiliza 11 alemães convertidos "ameaçadores" e outros 26 "relevantes", entre eles três mulheres

EFE

25 de abril de 2010 | 10h34

BERLIM - O Escritório Federal de Investigação Criminal (BKA, na sigla em alemão) considera um risco cada vez maior para a segurança nacional os alemães radicais convertidos ao Islã, segundo uma análise interna que publica hoje a revista "Focus".

 

O estudo do BKA contabiliza, a partir de dados da Polícia federal e dos diferentes estados federados, 11 alemães convertidos "ameaçadores" e outros 26 "relevantes", entre eles três mulheres.

 

Todos eles, de idades compreendidas entre os 24 e 42 anos, são suspeitos de preparar atentados em solo alemão.

 

Os alemães conversos suspeitos se reúnem em "determinadas mesquitas", assinala o relatório, que cita concretamente uma na região de Ulm, no sul do país, e a de AlKuds, situada na cidade portuária de Hamburgo.

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