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'Diana estaria viva se tivesse aceitado proteção', diz policial

Segundo Paul Condon, princesa acreditava que autoridades 'não estavam a seu favor' e recusou escolta

Ansa,

17 de janeiro de 2008 | 11h58

A princesa Diana ainda estaria viva se tivesse aceitado a proteção da polícia britânica durante suas férias de verão em agosto de 1997, é o que declarou à Suprema Corte de Londres o então chefe da Polícia Metropolitana britânica, Paul Condon. Condon disse que ficou muito preocupado quando Diana dispensou a proteção policial e que, depois da decisão a princesa, os dois se encontraram diversas vezes, em dezembro de 1993. O ex-chefe de polícia afirmou à corte britânica que tentou convencer Diana a mudar de idéia, mas não obteve resultados. "Deixe-me ser totalmente franco: se, como era meu desejo, ela tivesse aceitado a proteção policial, em Paris, essas três vidas não teriam sido perdidas tragicamente", disse Condon, em referência ao acidente de carro que, em 31 de agosto de 1997, causou a morte de Diana, de seu suposto namorado, Dodi al Fayed, e do motorista Henri Paul. Segundo Condon, Diana acreditava "que a polícia não estava a seu favor". "Creio que, se ela tivesse mudado de opinião, hoje estaria viva", acrescentou. Desde o dia 2 de outubro a Suprema Corte londrina investiga a morte da princesa, tentando determinar se a causa de sua morte foi mesmo um acidente automobilístico ou se foi vítima de um complô executado pelo serviço secreto MI6 e idealizado pelo príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth II.

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