Entidade antiAids desmente acusação contra Carla Bruni

A entidade Global Fund, criada há dez anos para administrar bilhões de dólares no combate à Aids, à malária e à tuberculose, afirmou nesta sexta-feira que notícias sobre uma suposta irregularidade financeira envolvendo a primeira-dama francesa, Carla Bruni, são "inexatas e enganadoras".

REUTERS

06 de janeiro de 2012 | 18h04

A revista semanal francesa Marianne publicou que o Global Fund teria, a pedido de Carla, concedido 3,5 milhões de dólares em contratos a empresas controladas por um amigo da primeira-dama, que é embaixadora honorária do fundo. O valor, segundo a revista, foi liberado sem licitação.

"O artigo faz várias alegações que são infundadas a respeito da campanha que o Fundo lançou em 2010 com o apoio da senhora Bruni-Sarkozy", disse a nota.

Carla, cantora e ex-modelo que se casou em 2008 com o presidente da França, Nicolas Sarkozy, foi nomeada naquele mesmo ano "primeira embaixadora" da entidade.

O Global Fund, criado em 2002, diz já ter contribuído para salvar 7,7 milhões de pessoas por suas ações contra doenças evitáveis.

A Presidência francesa disse que não tinha nada a acrescentar à nota do Global Fund.

(Reportagem de Brian Love e Patrick Vignal)

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