Ex-premier espanhol José Aznar evita falar do caso Chávez

Durante lançamento de livro ele não respondeu sobre o assunto; em programa de TV agradeceu o apoio do rei

Associated Press,

14 de novembro de 2007 | 03h20

O ex-premier do governo espanhol, José María Aznar, evitou falar do polêmico incidente entre o rei Juan Carlos e o presidente venezuelano, Hugo Chávez, durante o lançamento do livro "América Latina. Uma agenda de liberdade", da Fundação para Análise e os Estudos Sociais (FAES),  nesta terça-feira, 13, em Bogotá. Veja também:Chávez diz que rei da Espanha deveria pedir desculpasChávez diz que ninguém pode calar latino-americanosApós briga com rei, empresários espanhóis reclamam de ChávezEspanha não romperá com ChávezChávez diz que rei não pode mandá-lo se calarChávez chama o rei da Espanha de golpistaBriga entre Chávez e rei vira disputa política'Por que não se cala?' é usado como ringtone Os jornalistas presentes no lançamento perguntaram para Aznar sobre o fato de Chávez tê-lo chamado de fascista durante a Cúpula Ibero-americana. Na ocasião, Rodríguez Zapatero exigiu que o presidente venezuelano mostrasse respeito e o Rei Juan Carlos pediu para que ele se calasse. No programa de televisão Senado Hoy, Aznar assegurou que era assegurou que "sabia que há regimes e ideologias que só podem viver dos inimigos externos". Aznar, que agradeceu a intervenção de Rodríguez Zapatero e do rei Juan Carlos, disse que "há quem queira levar a América Latina pela via do populismo, do autoritarismo, do retrocesso ao passado e há quem aposte na inserção da região no mundo e no futuro". O livro da Fundação para Análise e os Estudos Sociais (FAES), uma organização privada espanhola, oferece algumas idéias para enfrentar os principais problemas que ameaçam a região e impedem seu crescimento.

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