Físico francês é acusado por supostos vínculos com Al-Qaeda

Funcionário disse que acusações preliminares foram apresentadas por 'associação com organização terrorista'

AE-AP

12 de outubro de 2009 | 14h14

O físico francês detido na semana passada por supostos laços com extremistas foi acusado preliminarmente nesta segunda-feira, segundo um funcionário do Judiciário da França. O cientista trabalha no maior colisor de partículas do mundo e suspeita-se que tenha vínculos com a rede extremista Al-Qaeda.

 

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O físico de 32 anos, de origem argelina, trabalha no Grande Colisor de Hádrons (LHC), da Organização Europeia para a investigação Nuclear (Cern, na sigla em inglês). Suspeita-se de laços entre ele e o grupo norte-africano Al-Qaeda no Magreb Islâmico. Um funcionário disse que as acusações preliminares foram apresentadas nesta segunda-feira por "associação criminosa com uma organização terrorista". A fonte pediu anonimato.

 

Pelas leis francesas, as acusações preliminares dão ao investigador algum tempo para realizar seu inquérito, a fim de então decidir se envia o suspeito para julgamento ou arquiva o caso.

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