Hollande fica sem 'período de graça' pós-eleição, aponta pesquisa

Pouco mais que a metade da população francesa aprova o presidente François Hollande, indicou uma pesquisa nesta segunda-feira, sugerindo que não lhe foi concedido um período de graça pós-eleição.

REUTERS

21 Maio 2012 | 16h11

Hollande, que derrotou o antecessor Nicolas Sarkozy no segundo turno de 6 de maio, herdou um país com uma taxa de desemprego de quase 10 por cento e o desafio de reduzir a dívida em meio ao baixo crescimento econômico.

A pesquisa sobre a popularidade do presidente, feita pelo instituto Ipsos entre três e quatro dias depois do juramento de Hollande em 15 de maio, indicou que 53 por cento dos pesquisados aprovavam suas ações até aquele momento, enquanto 27 por cento expressaram opiniões críticas. Vinte por cento não deram opinião.

O primeiro-ministro de Hollande, Jean-Marc Ayrault, obteve um índice de aprovação de 50 por cento.

Em termos de comparação, Sarkozy desfrutava de uma taxa de aprovação de 64 por cento duas semanas depois de sua eleição em 2007, com 24 por cento de opiniões negativas, e seu primeiro-ministro, François Fillon, tinha 60 por cento de aprovação.

Hollande, que prometeu na noite da eleição poucas comemorações, viajou para Berlim horas depois de sua cerimônia de posse para se encontrar com a chanceler Angela Merkel e depois aos Estados Unidos para se reunir com o presidente Barack Obama e comparecer às cúpulas da Otan e do Grupo dos Oito.

(Reportagem de Nicholas Vinocur)

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