Hollande: negociação não era opção na crise de reféns na Argélia

A abordagem da Argélia em relação à crise dos reféns em um complexo de exploração de gás no deserto parece ser a mais adequada porque não é possível manter negociações com o tipo de pessoas envolvidas no ataque, disse neste sábado o presidente da França, François Hollande.

Reuters

19 de janeiro de 2013 | 16h04

"Nós ainda não temos todos os detalhes, mas quando há um número tão grande de pessoas sequestradas por terroristas com determinação tão fria e prestes a matar aqueles reféns --como eles fizeram-- a Argélia teve uma atitude que, para mim, pelo que vejo, é a mais apropriada porque não poderia haver nenhuma negociação", afirmou Hollande.

As forças especiais da Argélia lançaram um "assalto final" contra os islamistas que mantêm estrangeiros reféns em uma planta de gás no deserto argelino, matando 11 dos combatentes ligados à rede Al Qaeda, segundo a agência oficial de notícias do país, a APS. Sete reféns estrangeiros foram mortos por seus captores, informou também a APS.

(Reportagem de Elizabeth Pineau)

Tudo o que sabemos sobre:
FRANCAHOLLANDEARGELIA*

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.