Paul Hackett / Reuters
Paul Hackett / Reuters

Homem ataca policiais com espada em frente ao Palácio de Buckingham

Dois agentes britânicos desarmados sofreram cortes leves, ao prender o homem que os atacou; divisão de contraterrorismo investiga o caso

O Estado de S.Paulo

26 Agosto 2017 | 12h59

Um homem armado com uma espada atacou policiais em frente ao Palácio de Buckingham, residência oficial da rainha da Inglaterra, na noite de sexta-feira, 25. Dois agentes britânicos desarmados sofreram cortes leves, ao prender o homem que os atacou. Ele foi levado a prestar depoimento à polícia de contraterrorismo na manhã deste sábado, 26. 

Segundo a Polícia Metropolitana de Londres, o suspeito dirigia um carro e se aproximou de uma van da polícia, estacionada próximo ao portão do palácio. Ao descer do carro, o motorista se aproximou dos policiais portando uma espada com cerca 120 centímetros de comprimento.  Ele teria gritado várias vezes "Allahu Akhbar", que significa "Deus é grande" em árabe, segundo testemunhas.

"Acreditamos que o homem estava sozinho e não estamos procurando por outros suspeitos por enquanto", disse o comandante da divisão de contraterrorismo da Polícia Metropolitana, Dean Haydon. "Estamos investigando este caso como um incidente terrorista."

A Europa está em alerta após uma série de ataques, incluindo quatro episódios no Reino Unido que mataram um total de 36 pessoas. O país mantém o , o que significa As autoridades consideram que um novo atentado no país é "altamente provável" e mantém o estado de atenção para ataques como "severo".

O suspeito, que não teve o nome revelado pela polícia, foi preso inicialmente sob acusação de lesão corporal grave e ataque à polícia. Mais tarde, a polícia pediu sua prisão por suspeita de terrorismo. Autoridades disseram que estavam instigando um jovem de 26 anos com residência na região de Luton, a 55 quilômetros ao norte de Londres. Moradores da cidade já foram alvo de investação neste ano por suspeita de ligação com outros ataques terroristas - inclusive o ataque na ponte de Westminster, que deixou quatro mortos e mais de 40 feridos em Londres em março. / REUTERS

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