Irmãos de Madeleine não foram sedados, apontam testes

Segundo jornal, resultados de exames mostram que gêmeos não recebiam medicamentos dos pais

Efe,

20 de outubro de 2007 | 13h11

Kate e Gerry McCann, pais da menina britânica Madeleine, que desapareceu do Algarve português em 3 de maio, afirmam que têm provas que mostram que não deram sedativos a seus filhos, informou na sexta-feira, 19, o jornal Evening Standard. Os resultados de exames feitos com os irmãos de Madeleine, os gêmeos de dois anos Sean e Amélie, provam que as crianças não tomaram sedativos, de acordo com o jornal. Estes resultados devem ser parte crucial na defesa judicial de Kate e Gerry McCann frente às acusações da Polícia portuguesa, que afirma que o casal está envolvido no desaparecimento da criança enquanto dormia junto com seus irmãos no apartamento onde estavam na Praia da Luz. Um dos argumentos do corpo policial português responsável pelo caso é que o casal dava sedativos regularmente aos seus três filhos para fazer com que dormissem mais rapidamente. Outra hipótese da Polícia portuguesa é que Madeleine morreu em conseqüência de uma overdose acidental de sedativos, e que os McCann - ambos profissionais de medicina - encobriram o fato para proteger suas carreiras. No entanto, uma fonte próxima à família - citada pelo jornal, mas sem revelar nomes - afirma que o casal obteve a prova que mostra que nunca deram drogas a seus filhos. Segundo este jornal, uma equipe legista pode ter analisado amostras de cabelo dos gêmeos. A mencionada fonte familiar indica que os resultados dos testes realizados"não mostram evidência da existência de sedativos em seus sistemas", e "apóia os argumentos de Kate e Gerry de que nunca deram nenhum sedativo às crianças".

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