Juiz espanhol define prisão para 9 detidos ligados ao ETA

Os nove detidos esta semana na Espanha pertencentes à direção-geral do Ekin, grupo ilegal ligado aos separatistas do ETA, foram enviados à prisão por crimes de integração e colaboração terrorista.

REUTERS

18 de setembro de 2010 | 13h57

Em decisão publicada neste sábado, o juiz da Audiência Nacional Fernando Grande-Marlaska comunicou a prisão provisória e sem direito a fiança para Aniaiz Ariznabarreta, Egoitz Garmendia e Erika Bilbao, detidos na terça-feira em uma operação no País Vasco, Navarra, Cantabria e Aragón.

Na sexta-feira, Grande-Marlaska já havia emitido ordens de prisão contra os demais detidos, Ugaitz Elizarán, Urko Asier Ayerbe Sarasola, Sandra Barrenechea, Rosa Iriarte Laset, José Aldasoro e Eneko Compains Silva.

"A organização terrorista ETA mantém dentro de seu emaranhado criminal um conjunto de 'frentes', consequência de sua estratégia de desdobramento, todos eles submetidos a suas diretrizes. Entre essas frentes se encontra o EKIN", sustentou o auto divulgado pela imprensa.

As detenções de terça-feira foram as primeiras desde que o grupo separatista anunciou em 5 de setembro que havia decidido há meses por fim a suas ações armadas ofensivas.

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