Líderes do G7 pressionam Rússia por tentar minar soberania da Ucrânia

Os líderes do G7 emitiram uma declaração conjunta nesta quarta-feira advertindo que a Rússia vai enfrentar sanções econômicas adicionais se Moscou não mudar o rumo da sua política para a Ucrânia.

REUTERS

30 de julho de 2014 | 15h42

A declaração dos líderes dos países que formam o G7 --Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e Grã-Bretanha-- foi um gesto de solidariedade entre os aliados. Eles expressaram preocupação séria com as ações russas que têm minado "a soberania, a integridade territorial e a independência da Ucrânia".

"A Rússia ainda tem a oportunidade de escolher o caminho de diminuir a crise", disse o comunicado, um dia depois de a Europa e os Estados Unidos anunciarem uma nova rodada de sanções. "Se não fizer isso, no entanto, continuamos prontos para intensificar ainda mais os custos de suas ações adversas."

Os líderes do G7 apelaram a todos os lados em conflito para estabelecerem um cessar-fogo no local da queda do avião da Malásia que foi derrubado em 17 de julho no leste da Ucrânia.

Eles também pediram um cessar-fogo duradouro entre o Exército ucraniano e os separatistas pró-russos do leste.

(Reportagem de Steve Holland)

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