Menos franceses aderem aos protestos contra reformas

Participação em manifestações contra mudanças na previdência e na jornada de trabalho frustra sindicatos

Reuters,

17 de junho de 2008 | 15h58

Dezenas de milhares de trabalhadores franceses protestaram nesta terça-feira, 17, contra os planos do governo para a reforma na previdência e jornada de trabalho de 35 horas semanais. Mas, segundo o sindicato organizador, a manifestação contou com menos participantes do que o esperado, o que pode encorajar o presidente francês Nicolas Sarkozy a ir em frente com suas reformas, apesar dos vários meses de protesto contra as mudanças. Foto: AP  "Estou aqui para dobrar Sarkozy", gritava um manifestante que levava uma bandeira de seu sindicato em Paris, onde a polícia estima que 18 mil participaram da marcha. A central sindical CGT havia estabelecido como meta reunir em todo o país mais de 1 milhão de pessoas nas manifestações, mas estimou em 500 mil o número dos que compareceram.  Foto: Reuters Os sindicatos CGT e CFDT convocaram protestos em mais de 120 cidades e vilas contra os planos do governo de ampliar de 40 para 41 anos o período de trabalho para requerer a aposentadoria e de conceder às empresas mais brechas para contornar as 35 horas da jornada de trabalho semanal. As pesquisas de opinião indicam que o interesse pelas greves pode estar diminuindo porque há pouca esperança de conseguir forçar o governo de centro-direita a mudar de posição.

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