Na Rússia, Chávez defende energia nuclear e nega vínculo com ETA

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, chegou na quinta-feira a Moscou, celebrando sua aliança com a Rússia e dizendo que seu país tem o direito de desenvolver a energia nuclear.

ALEXEI ANISHCHUK, REUTERS

14 de outubro de 2010 | 16h45

Chávez pretende comprar tanques da Rússia, depois de comprometer 5 bilhões de dólares em negócios bélicos anteriores, além de discutir a construção de uma usina nuclear em que usaria tecnologia russa.

"Vamos desenvolver a energia nuclear e nada vai nos impedir", disse ele a estudantes russos e venezuelanos na Biblioteca de Literatura Estrangeira, em Moscou.

Ele negou que dois membros do grupo separatista basco ETA tenham sido treinados na Venezuela, como suspeita a Justiça espanhola. Para ele, a acusação é "parte da agressão do império" norte-americano.

Chávez irá se reunir com o presidente Dmitry Medvedev e com o primeiro-ministro Vladimir Putin na sexta-feira. Em dez dias de viagem, visitará também Ucrânia, Belarus, Síria, Líbano e Irã.

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