Nas ruas de Gori, um retrato da destruição

Casas e carros queimados, moradores revoltados: após as bombas da aviação russa, quase nada sobrou

Lourival Sant Anna, enviado especial,

12 de agosto de 2008 | 20h23

Dois caminhões do Exército da Geórgia chocados de frente um contra o outro, abandonados no meio da estrada. Tanques e blindados destruídos. Sucatas de automóveis. O cenário da entrada de Gori, 80 quilômetros a oeste de Tbilisi, a capital da Geórgia, dá uma noção da retirada desordenada dos militares georgianos, sob ataque russo. Uma fila de caminhões do Corpo de Bombeiros aguarda no acostamento o fim do bombardeio aéreo para entrar na cidade e apagar os incêndios nos prédios, a maioria residenciais.     Muito pouca gente restou em Gori, cidade de 50 mil habitantes, abandonada depois dos intensos bombardeios dos últimos dias. Situada no centro da Geórgia, Gori era a grande base militar georgiana mais próxima da província separatista da Ossétia do Sul, apoiada pelos russos, distante a 30 km.   Leia a reportagem completa na editoria de Internacional de 'O Estado de S. Paulo' desta quarta-feira, 13.

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